Conheça a ANA: Descrição das Funcionalidades

Telas da ANA

Tip 1: When you first start using a Mac, it is easy to be confused about all of the options available. It’s not hard to feel what you are feeling, as I was once your age. When my Mac crashed, I couldn’t even understand it and had to start over. This was my initial reaction. Now that I’ve mastered the various ways on how to clean my Mac, I don’t have these problems anymore.

Tip: It’s very easy for a novice Mac user to become ambivalent about all things Mac. That’s why it’s highly recommended learning more about this exciting Mac world here first before getting started with Mac cleaning and speed tweaks. To start, you need to be aware that the Mac operating system has been around since the early 80s. You should also keep mojave slow in mind that older Macs may be affected by bugs, which can cause slowdowns and decreases in speed. So, to prevent such problems from occurring, there are several simple and easy steps you can take to clean your Mac.

Tip: Remember to keep your favourite and most frequently used applications safe when you clean your Mac. You can end up with a lot more “empty space” in your main memory. It slows down the speed of your Mac’s main memory, and takes away its ability to scan the contents quickly. To speed up my Mac’s performance, I delete all apps not used often. Because this adds unnecessary space to my Mac’s registry, it’s important that I do not store too much data.

A chatbot ANA foi desenvolvida com duas finalidades: triagem de casos suspeitos de COVID-19 e educação da população em língua portuguesa brasileira. Uma vez que uma primeira mensagem é recebida do usuário, a assistente virtual inicia uma conversa dando as boas-vindas e se apresentando brevemente ao usuário. Logo em seguida, a ANA apresenta os termos de uso, onde é esclarecido que o aplicativo não se trata e nem substitui qualquer diagnóstico ou atendimento médico.

Ao usar a ANA, o usuário concorda com os termos de uso, mas pode optar por ter seus dados coletados ou não. A ANA então pergunta ao usuário se ele concorda com a coleta de seus dados para efeitos de pesquisa e ações de combate à COVID-19. Em caso afirmativo, a ANA solicita algumas informações pessoais, como nome, idade, sexo e localização, que pode ser a localização do GPS do usuário no caso de um acesso pela web, ou perguntando a cidade e estado do usuário no caso de WhatsApp. Caso o usuário não concorde em ter seus dados coletados, apenas seu nome é perguntado para uso temporário durante a conversa.

Depois que as informações gerais do usuário são coletadas, o assistente pergunta se o usuário se sente mal e quer verificar o que ele está sentindo, ou se ele quer informações e orientações sobre a doença causada pelo coronavírus, prosseguindo a conversa nas opções de triagem ou sessão educacional respectivamente, descritas a seguir.

Triagem

Fluxo de triagem da ANA.
Figura 1 – Fluxo de triagem da ANA.

A figura acima retrata uma árvore de decisão que construímos para classificar casos suspeitos de COVID-19 com base nos sintomas e comorbidades do paciente, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS, 2020) e as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil (SAPS, 2020). De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde brasileiro, dispneia (falta de ar), hipotensão (sensação de desmaio), febre persistindo por mais de 3 dias ou retornando após 48 horas de melhora, são considerados sinais de alarme e pacientes precisam ser avaliados em um hospital ou unidade de saúde. Além disso, o Ministério recomenda que os pacientes com comorbidades possuem mais risco de doença grave e devem ser avaliados em centros de referência.

Com base nessas instruções, nosso chatbot foi construído de forma a classificar os pacientes por meio de etiquetas coloridas de acordo com a gravidade dos sintomas relatados. Pacientes com dispneia (falta de ar) ou que relatam sensação de desmaio (hipotensão) são classificados como vermelho “?”, e aconselhados a buscar atendimento de emergência o mais rápido possível. Pacientes com febre sob as características alarmantes descritas acima são classificados como laranja “?” e aconselhados a procurar atendimento em um hospital. Aqueles sem sinais alarmantes, mas com comorbidades que podem aumentar o risco de doença grave, são classificados como amarelo “?” e aconselhados para procurar um centro de referência ou um serviço de tele-atendimento. Aqueles sem sinais alarmantes ou comorbidades são classificados como verde “?” e recebem conselhos sobre como lidar com sua doença leve, medidas de isolamento doméstico, necessidade de repouso e hidratação. Eles também são aconselhados a buscar um serviço de tele-atendimento, se necessário. Exceto para os pacientes classificado como “vermelho”, todos os outros grupos são oferecidos a participar da sessão educacional no chatbot descrita a seguir.

Como descrevemos aqui, a chatbot ANA está integrada com a rede pública local de atendimento saúde nas cidades de Divinópolis e Teófilo Otoni. Usuários acessando o chatbot nestas localidades são oferecidos a opção de tele-atendimento pelo sistema de telemedicina em uso nessas localidades. Nestes casos, após o resultado da triagem, a assistente solicita o número de telefone do usuário e, se o usuário concordar com os termos do serviço de teleconsulta, o usuário automaticamente entra em uma fila de atendimento remoto. Um profissional de saúde da equipe local irá então retornar o contato de acordo com a prioridade identificada na triagem. Os casos vermelhos são imediatamente encaminhados para um médico, enquanto que os demais poderão ser atendidos por enfermeiros ou auxiliares treinados. Nestas localidades, o chatbot funciona então como uma das portas de atendimento para o serviço de saúde público local, e os usuários se tornam pacientes que recebem atendimento profissional via teleconsulta, além de monitoramento e acompanhamento remotos.

Perguntas & Respostas

A sessão educacional foi construída originalmente com base em 75 perguntas frequentes obtidas do banco de dados da Rede de Atenção à Saúde do estado de Minas Gerais. Todas as respostas para as perguntas selecionadas foram elaboradas por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com base nas melhores evidências disponíveis no momento e seguindo o Instruções da OMS (OMS, 2020). Os pesquisadores também organizaram os pares de perguntas e respostas em 11 diferentes tópicos: Informações Gerais, Transmissão, Sintomas, Orientação para casos suspeitos, Tratamento, Cuidados em casa, Higiene, Estilo de Vida, Uso de máscaras, Gravidez e Cuidados com animais de estimação. Posteriormente, a base de dados foi ampliada para 85 perguntas e incluído um novo tópico sobre Tratamento. Os tópicos e respectivas quantidades de perguntas constam na tabela abaixo:

#TópicoQuantidade de perguntas
1.Informações gerais5
2.Transmissão do vírus4
3.Sintomas da doença5
4.Orientação para pacientes com suspeita de infecção pelo coronavírus5
5.Diagnóstico7
6.Tratamento13
7.Cuidados em casa5
8.Higiene das mãos e superfícies6
9.Comportamento e hábitos de vida11
10.Uso de máscara7
11.Gravidez e coronavírus9
12.Animais domésticos8
TOTAL85

As perguntas e respostas conforme constam no chatbot para atendimento ao público estão descritas abaixo:

1. Informações gerais

Os coronavírus representam uma família de vírus causadores de doenças em seres humanos. As infecções por coronavírus são transmitidas entre animais e de animais para os seres humanos.

O nome “coronavírus” se deve ao fato da forma do vírus se assemelhar a uma coroa que, em latim, chama-se corona.

SARS-CoV-2 é o nome dado ao coronavírus causador da pandemia atual.

COVID-19 é o nome dado à doença pandêmica atual causada pelo novo coronavírus, que é chamado de SARS-CoV-2.

Pandemia é o termo usado para descrever uma situação em que uma doença infecciosa ameaça muitas pessoas ao redor do mundo simultaneamente. Declarar uma pandemia significa dizer que os esforços para conter a expansão mundial do vírus falharam e que a disseminação está fora de controle. Novos vírus são mais prováveis de causarem pandemias porque não temos defesas naturais, medicamentos ou vacinas para nos proteger.

2. Transmissão do vírus

A transmissão acontece a partir de gotículas respiratórias eliminadas pela pessoa doente durante a fala, a tosse e os espirros. As gotículas atingem cerca de 1 metro, mas em espirros e tosse podem alcançar distâncias maiores, até de alguns metros. A transmissão a partir das mãos que tocam superfícies contaminadas pelo indivíduo doente é uma importante fonte de disseminação, por isso é essencial higienizar as mãos após tocar superfícies e evitar tocar no rosto.

Os mecanismos de transmissão do coronavírus ainda estão em investigação. As evidências atuais indicam que ela ocorra principalmente durante o período em que o paciente apresenta sintomas, como febre, tosse, coriza, nariz entupido e dor de garganta, mas podem se estender até 14 dias do início dos sintomas. Além disso, a transmissão do coronavírus pode ocorrer antes mesmo da pessoa infectada apresentar sintomas, por isso é muito importante manter o distanciamento social!

Sem as medidas de distanciamento social, estima-se que uma única pessoa contaminada levará a cerca de 406 novos casos de doença ao final de 30 dias, mas se reduzirmos a exposição em 50%, este número será de 15 novos casos. Já se reduzirmos a exposição em 75%, este número será de 2,5 casos.

Estes dados ainda estão em estudo. Um estudo recente publicado em uma revista respeitada (NEJM) mostrou que em média o vírus permanece por até 3 horas no ar, até 24 horas no papelão e 3 dias no plástico e nos metais.

3. Sintomas da doença

As manifestações frequentes são febre, tosse seca ou com pouca secreção e sensação de falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar nariz entupido ou escorrendo , dor de garganta, de cabeça ou no corpo, enquanto outros podem apresentar enjôo, vômitos, diarreia, alteração da capacidade de sentir cheiro ou gosto dos alimentos. Os casos mais graves podem evoluir com intensa falta de ar e sensação de desmaio.

Em estudos com pacientes chineses, a doença foi leve em 81% dos casos, grave em 14% deles e gravíssima em 5%. De maneira geral, cerca de 15% dos pacientes com a doença precisam de internação hospitalar e 5 a 7% precisam de tratamento na UTI.

A mortalidade relacionada à COVID-19 tem variado muito nos diferentes países e diferentes regiões do mesmo país, em função de diferentes fatores, que incluem a variação das estratégias adotadas no combate à disseminação do vírus e dos sistemas de saúde locais. Na China, a letalidade relacionada à doença foi de 2,3%, na Coreia do Sul 0,7% e Itália 10%. No Brasil, em setembro 2020, a letalidade é cerca de 3,1%.

A mortalidade da doença tem variado de país para país (0,7 a 10%). Isso pode ter relação com as estratégias que cada um tem usado para combater o vírus e com os sistemas de saúde locais. Trata-se de um vírus altamente contagioso, que pode contaminar a maior parte da população de um país se as orientações não forem acatadas. Como cerca de 15% dos doentes precisam de internação hospitalar, a infecção maciça da população pode gerar um colapso do sistema de saúde, que pode não dispor do número suficiente de leitos para a internação das pessoas doentes. Esta situação pode aumentar muito a taxa de mortalidade da doença.

Os principais grupos de risco para a doença causada pelo coronavírus são os idosos (idade acima de 60 anos), pacientes que apresentem hipertensão arterial, obesidade, doenças cardiovasculares (como insuficiência cardíaca, infarto prévio), diabetes, doenças pulmonares, insuficiência renal crônica, câncer, pacientes transplantados, que fazem uso de medicações imunossupressoras (como azatioprina, ciclofosfamida, metotrexato) ou com cromossomopatias, como Síndrome de Down, além de gestantes.

4. Orientação para pacientes com suspeita de infecção pelo coronavírus

Idealmente o paciente com sintomas respiratórios só deve sair de casa se precisar ir ao médico, usando uma máscara cirúrgica. Em qualquer outra situação, uma pessoa que more com você e que não pertença aos grupos de risco, deve fazer as atividades que envolvam sair de casa, como compra de alimentos e remédios.

A maior parte das pessoas com sintomas respiratórios tem a doença leve. Nesses casos, não é necessário procurar o serviço de urgência. Você pode procurar atendimento em unidade básica de saúde, outro serviço ambulatorial ou serviço de telemedicina, se disponível em sua região. Se houver sintomas de gravidade, como dificuldade para respirar, respiração ofegante, sensação de desmaio ou febre por mais de 3 dias ou que desaparece por dois dias e volta a aparecer, procure o serviço de urgência.

Os principais grupos de risco para a doença causada pelo coronavírus são os idosos (idade acima de 60 anos), pacientes que apresentem hipertensão arterial, obesidade, doenças cardiovasculares (como insuficiência cardíaca, infarto prévio), diabetes, doenças pulmonares, insuficiência renal crônica, câncer, pacientes transplantados, que fazem uso de medicações imunossupressoras (como azatioprina, ciclofosfamida, metotrexato) ou com cromossomopatias, como Síndrome de Down, além de gestantes.

A maior parte das pessoas com coronavírus apresenta quadros leves e o tratamento consiste em repouso, uso de medicações para baixar a febre, hidratação e alimentação adequada. Não existem, até o momento, medicações para tratar o coronavírus. Para melhor assistência e orientações em saúde, você pode procurar unidade básica de saúde, outro serviço ambulatorial ou, se estiver disponível em sua região, um serviço de telessaúde. Se houver sintomas de gravidade, como dificuldade para respirar, respiração ofegante, sensação de desmaio ou febre por mais de 3 dias ou que desaparece por dois dias e volta a aparecer, procure o serviço de urgência.
Outros cuidados importantes:
• Sempre que possível, ficar isolado em um quarto próprio, sem acompanhante, mantendo janelas abertas;
• Se for possível, usar um banheiro diferente das outras pessoas da residência;
• Não compartilhar toalhas, talheres, pratos ou qualquer outro objeto com outra pessoa; • Evitar utilizar áreas comuns da casa;
• Quando sair do quarto, usar máscara cirúrgica e higienizar as mãos antes de tocar em qualquer objeto;
• Manter distância mínima de 2 metros de outras pessoas.

Se você apresentar falta de ar (parado ou ao fazer alguma movimentação como andar, tomar banho ou arrumar a casa), se a sua febre persistir por mais de 03 dias ou desaparecer e retornar após 02 dias, ou se tiver sensação de desmaio deverá procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação médica.

5. Diagnóstico

No Brasil, atualmente a confirmação de casos de COVID-19 está sendo feita de 2 maneiras: 1. Diagnóstico laboratorial: quando o caso suspeito apresenta resultado positivo no teste molecular (RT-PCR) ou sorológico para COVID-19. 2. Diagnóstico clínico-epidemiológico: quando o caso suspeito apresente histórico de contato próximo ou domiciliar com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 E apresente febre OU pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios, nos últimos 14 dias após o contato, e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

Existem 2 tipos de testes laboratoriais para COVID-19 disponíveis no Brasil:
• testes moleculares, conhecidos por RT-PCR (Real Time- Polymerase Reaction Chain): usam amostras colhidas das vias respiratórias do paciente com uma espécie de cotonete e identificam a infecção ativa pelo vírus;
• testes sorológicos: a partir da amostra de sangue, identifica a resposta imunológica do corpo em relação ao vírus.

Para a realização dos testes moleculares (RT-PCR), utiliza-se amostras coletadas das vias respiratórias superiores (swabs de orofaringe e/ou nasofaringe) e/ou inferiores de pacientes com quadro clínico suspeito. Para a realização dos testes sorológicos, coleta-se o sangue do paciente com quadro clínico suspeito.

Os testes sorológicos só devem ser realizados a partir do oitavo dia do início dos sintomas.

Não. Os testes rápidos NÃO tem função diagnóstica (confirmação ou descarte) de COVID-19. O diagnóstico laboratorial confirmatório desta doença deve ser feito pelos testes moleculares (RT-PCR).

Os testes rápidos NÃO tem função diagnóstica (confirmação ou descarte) de COVID-19. Os testes rápidos podem ser usados o no mapeamento do status imunológico de uma população, que ajuda no planejamento quanto às medidas restritivas de controle da pandemia.

A interpretação isolada de um resultado positivo de IgG no teste sorológico não assegura que o paciente não tenha mais infecção ativa e, mesmo que não a tenha, também não assegura que haja imunidade permanente contra o novo coronavírus.

6. Tratamento

Até o presente momento não. Os tratamentos que têm sido divulgados pela mídia ainda são experimentais e não temos evidências de que eles realmente funcionem. O uso de tais tratamentos pode causar efeitos colaterais ao doente e, por isso, não deve ser encorajado. O tratamento do coronavírus deverá ser feito em seu próprio domicílio, com repouso, uso de medicações para a febre, hidratação e alimentação adequada, a não ser que sinais de gravidade estejam presentes.

Até o momento, não existe tratamento comprovadamente eficaz contra o coronavírus. Não existem evidências científicas suficientes que nos confirme que o interferon seja uma medicação eficaz. Esta medicação ainda está sendo testada e não deve fazer parte do tratamento de pessoas infectadas. Além disso, esta medicação possui muitos efeitos que podem ser perigosos para a saúde. Precisamos aguardar os resultados de novos estudos para avaliar se esta medicação será incorporada ao tratamento da doença.

Até o presente momento, não existe tratamento comprovadamente eficaz contra o coronavírus. Não existem evidências científicas suficientes que confirmem que os antirretrovirais, que são medicações utilizadas no tratamento de pessoas infectadas pelo HIV, sejam eficazes contra o coronavírus. Estas medicações ainda estão sendo testadas e não devem fazer parte do tratamento de pessoas infectadas. Precisamos aguardar os resultados de novos estudos para avaliar se esta medicação será incorporada ao tratamento da doença.

Até o presente momento, não existe tratamento comprovadamente eficaz contra o coronavírus. Estudos em pacientes com COVID-19 que avaliaram cloroquina e hidroxicloroquina não mostraram efeito positivo em casos leves ou graves da doença. Tais medicações possuem muitos efeitos que podem ser prejudiciais à saúde, incluindo arritmias cardíacas e alterações visuais, que podem ser graves.

Até o presente momento, não existe tratamento comprovadamente eficaz contra o coronavírus. Não existem evidências científicas suficientes que confirmem que a vitamina D seja uma medicação eficaz neste contexto.

Em 16/06/2020, a Universidade de Oxford divulgou os resultados preliminares de um estudo denominado RECOVERY, que demonstraram que a administração de dexametasona associou-se à redução da mortalidade em pacientes com COVID-19 sob ventilação mecânica (1 vida salva a cada 8 pacientes tratados) ou requerendo suporte de oxigênio (1 vida salva a cada 25 pacientes tratados). Nos pacientes com COVID-19 que não necessitaram de oxigênio, não houve sinais de recuperação com o uso da medicação. Seu uso deve ser apenas com prescrição médica, para o grupo de pacientes para o qual foram observados benefícios.

Não existem evidências científicas que confirmem que a ivermectina seja uma medicação eficaz. Os resultados de estudos que mostraram algum benefício da ivermectiva foram em laboratório, em dose que seria tóxica em humanos. Dessa foram, a ivermectina não deve fazer parte do protocolo para o tratamento de pessoas infectadas.

O alho apresenta propriedades contra algumas bactérias, porém não existem quaisquer evidências científicas de que este alimento possa evitar a infecção pelo coronavírus.

O ibuprofeno é um tipo de anti-inflamatório utilizado para alívio da febre e de dores. Houve uma recomendação inicial de não usar esse medicamento para tratar pessoas com doença causada pelo coronavírus, por possível aumento do risco de evolução para a forma grave da doença, mas ainda são necessários mais estudos para saber se ele é prejudicial. A recomendação do Ministério da Saúde é preferir uso de analgésicos comuns, como dipirona e paracetamol, mas se o anti-inflamatório for necessário, ele pode ser usado. Neste caso, usar a menor dose necessária para alívio dos sintomas.

Houve uma recomendação inicial de não usar o anti-inflamatório ibuprofeno para tratar pessoas com doença causada pelo coronavírus, pelo risco de aumentar o risco de evolução para a forma grave da doença, mas ainda são necessários mais estudos para saber se ele é prejudicial. A recomendação do Ministério da Saúde é preferir uso de analgésicos comuns, como dipirona e paracetamol, mas se o anti-inflamatório for necessário, ele pode ser usado. Neste caso, usar a menor dose necessária para alívio dos sintomas.

A suspensão desses medicamentos pode levar a consequências sérias para a sua saúde. Evidências científicas mais recentes não mostraram influência negativa dos remédios de pressão alta na infecção por coronavírus, portanto, você não parar de usá-los.

Até o presente momento não. Vários laboratórios ao redor do mundo têm se empenhado para desenvolver, testar, produzir e distribuir a vacina, porém este processo demora. Não existem expectativas, em curto prazo (dias ou semanas), de que a vacina esteja liberada para uso pela população.*

*Obs: Informação consta no chatbot mas está desatualizada. pois como sabemos já há vacinas para o novo coronavírus desde final de 2020.

Não. A vacina anual para a gripe não possui qualquer efeito protetor contra o coronavírus. Entretanto, esta vacina possui efeito contra os principais vírus causadores da gripe e deve ser utilizada pelos grupos recomendados.

7. Cuidados em casa

A pessoa com sintomas respiratórios deverá ter os seguintes cuidados durante 14 dias, a partir do primeiro dia de sintomas:
• Sempre que possível, ficar isolada em um quarto próprio, sem acompanhante, mantendo janelas abertas;
• Se for possível, usar um banheiro diferente das outras pessoas da residência;
• Não compartilhar toalhas, talheres, pratos ou qualquer outro objeto com outra pessoa;
• Evitar utilizar áreas comuns da casa;
• Quando sair do quarto, usar máscara cirúrgica e higienizar as mãos antes de tocar em qualquer objeto;
• Manter distância mínima de 2 metros de outras pessoas.

Deve-se ter cuidado para evitar transmissão para outros moradores. Devem ser realizadas 2 limpezas: uma específica para o cômodo onde o paciente está isolado e outra para o restante da casa. O ideal é que o próprio doente limpe o cômodo onde está isolado. Se isso não for possível, a pessoa responsável pelo cuidado do doente deverá usar, se possível, máscara cirúrgica, luvas, óculos e avental. Antes de colocar as luvas, lavar as mãos com água e sabão. A limpeza das superfícies que acumulam sujeira mais “grossa”, como o pó que vemos a olho nu, deverá ser feita primeiramente com água e sabão e, em seguida, solução de água sanitária (diluir 40mL de água sanitária em 1 litro de água) ou álcool 70%. Se houver apenas um banheiro na casa, o doente deve lavar as mãos antes de tocar qualquer coisa e ele deve ser limpo após cada uso. Tomar cuidado com a torneira da pia, de preferência, fechar com um papel após lavar as mãos, ou limpar a torneira após tocar com a mão. Panos, esponjas e outros utensílios deverão ser lavados com água e sabão.

Sempre que possível, ela não deve fazer isso. Ao preparar alimentos, ela irá encostar e contaminar vários objetos na cozinha, aumentando a chance de transmissão para os outros moradores da casa. A pessoa doente deve se alimentar preferencialmente no quarto em que está isolada, pois vai precisar tirar a máscara para comer, e não deve compartilhar pratos e talheres com os outros moradores da casa.

A pessoa com sintomas de infecção respiratória deve ter um lixo no cômodo em que está isolada, para descartar resíduos. O lixo deve ser isolado em um saco plástico e lacrado após o uso. A pessoa que for coletá-lo para descarte, se possível, deve usar luvas. As mãos deverão ser higienizadas com água e sabão ou álcool em gel logo em seguida.

As peças de roupa de pessoas com sintomas gripais deverão ser colocadas em um cesto exclusivo, que deve ser pego, idealmente com luvas, por outra pessoa e despejado na máquina de lavar. Após colocar as roupas na máquina, as mãos devem higienizadas com água e sabão ou álcool em gel. Proceder à lavagem normalmente, sem necessidade de água sanitária.

8. Higiene das mãos e superfícies

O primeiro passo é retirar todos os adornos, incluindo anéis, aliança, pulseiras e relógio. A lavagem das mãos deve ser feita com água e sabão por um período mínimo de 20 segundos. Toda a superfície da mão, incluindo a palma, o dorso, a região entre os dedos, as unhas e os punhos, deve ser higienizada. Se não for possível fazer a lavagem das mãos, pode-se usar álcool em gel a 70%, desde que não haja sujeira visível.

Sim, você pode fazer a lavagem das mãos com sabão em barra.

Sim, você pode fazer a higienização das mãos com álcool em gel a 70%, que tem capacidade de eliminar o vírus, desde que não haja sujeira visível. Lembre-se que o álcool deve ser aplicado em toda a superfície da mão, incluindo a palma, o dorso, a região entre os dedos e os punhos.

Não. Para que o álcool, tanto líquido quanto em gel, tenha a capacidade de eliminar o vírus, ele deverá ter uma concentração de 70%. Acima de 70% evapora muito rápido, não dá tempo de inativar o vírus. Abaixo de 70% contém mais água e é ineficaz para assepsia. Álcool de bebidas e posto de gasolina não devem ser usados.

Não. Não se recomenda a confecção caseira de álcool em gel, já que o procedimento envolve riscos de queimaduras graves e porque não se pode garantir que o produto tenha uma concentração de 70%, o que é indispensável para a eliminação do vírus.

Sim. Pode-se utilizar uma solução de água sanitária. Para preparar a solução, você pode diluir 200 mL de água sanitária comercial em 5 litros de água (ou 40mL de água sanitária em 1 litro de água). Atenção: esta solução poderá ser utilizada apenas para desinfecção das superfícies (como objetos, paredes, pisos e vidros), nunca deve ser usada no corpo.

9. Comportamento e hábitos de vida

Não. Mesmo com a flexibilização de várias medidas restritivas, a pandemia ainda não acabou. É importante evitar sair de casa ser não for realmente necessário e evitar visitar parentes e amigos. É uma medida importante de proteção para eles e para você.

Se a saída de casa for inevitável, como por exemplo, para fazer compras de alimentos ou medicações, o ideal é que apenas uma pessoa da sua família saia e preferencialmente seja alguém que não pertença aos grupos de risco. Prefira andar de elevador sozinho ou com pessoas da sua família. Procure não tocar nas paredes do elevador e proteja seu dedo com um lenço descartável ou utilize álcool em gel após tocar em qualquer superfície.

Se a saída de casa for inevitável, como por exemplo, para fazer compras de alimentos ou medicações, o ideal é que apenas uma pessoa da sua família saia e preferencialmente seja alguém que não pertença aos grupos de risco. Nos caixas eletrônicos, proteja seu dedo com um lenço descartável ou utilize álcool em gel após tocar qualquer superfície. Higienize o cartão com álcool em gel antes de guardá-lo.

Sim, o celular é um meio importante de infecção pelo coronavírus e você deve higienizá-lo com frequência. Não se esqueça de remover a capinha de proteção para a higienização completa do aparelho. A capinha também deverá ser higienizada. Se o fabricante permitir, use álcool em gel ou água sanitária diluída em água (diluir 40 mL de água sanitária em 1 litro de água). O aparelho não pode estar carregando na tomada para fazer a higienização.

Lembre-se que a saída de casa deve ser feita apenas em situações inevitáveis. Nestes casos, se for possível, escolha o transporte individual, carro próprio, em carros de aplicativos ou táxis, pois minimiza seu contato com outras pessoas e a chance de infecção pelo coronavírus. Dentro do carro, solicite ao motorista que deixe as janelas abertas. Não toque no rosto, higienize as mãos após sair do carro e coloque as roupas para lavar ao chegar em casa.

É muito importante que se crie uma rotina ao retornar da rua:
• Tire os calçados antes de entrar em casa (escolha, se possível, apenas um par de sapatos para ser utilizado quando tiver que sair de casa);
• Se possível, lave as mãos com água e sabão, por 20 segundos, na área externa da casa;
• Se não puder lavar as mãos antes de entrar, evite tocar nas coisas antes de lavar as mãos;
• Não toque crianças, cônjuges ou outras pessoas antes de tirar a roupa e lavar as mãos;
• Se possível, tome banho assim que chegar e coloque suas roupas para lavar;
• Desinfete celular, chaves e cartões bancários com álcool a 70%;
• Mochilas e bolsas de uso diário devem ficar em uma caixa, na área externa da casa ou próximo da porta.

É importante que as janelas do transporte público estejam todas abertas, se possível. Evite tocar olhos, boca, nariz ou qualquer outra região do rosto até que desça do transporte e faça a higiene das mãos, com álcool em gel ou água e sabão. Evite utilizar o transporte público se houver aglomeração. Sente a uma distância de 2 metros das outras pessoas.

Não. Mesmo com a flexibilização de várias medidas restritivas, a pandemia ainda não acabou. Dessa forma, não é aconselhável ir à academia, principalmente se você pertencer ao grupo de risco. Mesmo mantendo distância mínima de 2 metros entre as pessoas ou que não haja outras pessoas no local quando você estiver se exercitando, secreções como suor, tosse e saliva podem cair sobre os equipamentos e te contaminar.

Não. Mesmo com a flexibilização de várias medidas restritivas, a pandemia ainda não acabou. Dessa forma, não é aconselhável sair de casa, a não ser que seja realmente necessário. Qualquer caminhada na rua deve ser evitada para diminuir o contato social e a propagação da doença.

Não. Enquanto durar esta situação de emergência, todas as pessoas, incluindo aquelas que estejam saudáveis, devem evitar sair de casa. Qualquer tipo de encontro neste momento, mesmo que religioso, deve ser evitado para diminuir o contato social e a propagação da doença.

Se for a piscina do condomínio ou de algum clube ou academia, você não deve utilizar, mesmo que não haja outras pessoas utilizando no momento, pois é indispensável que evitemos ao máximo o contato com outros indivíduos e o contato com superfícies potencialmente contaminadas. Se for a piscina da sua casa, utilizada apenas pelas pessoas que moram na mesma residência que você, poderá utilizar, desde que não esteja com sintomas respiratórios.

10. Uso de máscara

Sim. É recomendado que toda a população use máscaras ao sair na rua. A Organização Mundial de Saúde recomenda uso de máscaras cirúrgicas por: – profissionais de saúde, – pessoas com sintomas respiratórios, – pessoas que cuidam de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 fora das unidades de saúde, – pessoas com 60 anos ou mais, – pessoas com doença cardiovascular (como infarto, insuficiência cardíaca), diabetes, doença pulmonar crônica, câncer, doença cerebrovascular ou imunossupressão. Para o restante da população, é recomendado uso de máscaras de tecido. Seu uso não substitui as medidas de higienização das mãos e o distanciamento social.

A Organização Mundial de Saúde recomenda preferencialmente o uso de máscaras cirúrgicas por: – pessoas com sintomas respiratórios, – pessoas que cuidam de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 fora das unidades de saúde, – pessoas com 60 anos ou mais, – pessoas com doença cardiovascular (como infarto, insuficiência cardíaca), diabetes, doença pulmonar crônica, câncer, doença cerebrovascular ou imunossupressão. As máscaras N95, PFF2 e PFF3 deverão ser reservadas para o uso dos profissionais de saúde em atendimento a pessoas com sintomas respiratórios, durante os procedimentos com risco de gerarem aerossóis. Para todo o restante da população assintomática, recomenda-se a utilização de máscaras de tecido.

Geralmente a máscara cirúrgica não deve ser utilizada por mais de 2 horas, pois após este período ela fica úmida e perde a sua eficácia. Ao trocar a máscara cirúrgica, o paciente não deve tocar na parte da frente, que cobre o rosto, mas fazer a sua retirada a partir das alças laterais. A máscara deve ser descartada no lixo, não pode ser lavada e reutilizada. Depois de descartá-la no lixo, deve fazer a higienização adequada das mãos com água e sabão ou álcool em gel.

Não. A máscara cirúrgica nunca deverá ser lavada ou reaproveitada.

Antes de colocar a máscara, higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel. Após a colocação da máscara, evite tocar na parte da frente, que cobre o rosto. A mesma máscara pode ser utilizada pelo período máximo de 2 horas e sempre retire pelas alças laterais. A máscara não poderá ser reutilizada em hipótese alguma e deverá ser descartada em lixeira fechada. Após o descarte da máscara, higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que a combinação ideal de materiais para confecção de máscaras caseiras deve incluir três camadas: a mais interna feita de material hidrofílico (por exemplo: algodão ou misturas de algodão); a mais externa feita de material hidrofóbico (por exemplo: polipropileno, poliéster ou misturas desses materiais); e a camada intermediária hidrofóbica feita de material sintético não tecido, como polipropileno, ou uma camada de algodão.

Seu uso é individual, ela não pode ser dividida com ninguém. A mesma máscara poderá ser usada por até 2 horas. Depois desse tempo ela fica úmida e não funciona mais como uma barreira de proteção, precisa ser trocada. O pano deve proteger a boca e o nariz. É o dono que deve lavar suas próprias máscaras, com sabão ou detergente. Usar água morna ou água temperatura ambiente. Se usar água a temperatura ambiente, ferva a máscara depois por um minuto ou deixe de molho em solução com água sanitária. Em seguida, enxague completamente.

11. Gravidez e coronavírus

As gestantes com COVID-19 podem ter quadros graves da doença na mesma proporção da população jovem. Aquelas que já tinham alguma doença como diabetes, problema no coração ou pulmão, pressão alta, têm mais risco e precisam de mais cuidados.

Em relação à transmissão do vírus ao bebê, parece ser possível de acontecer, mas ainda não se sabe com qual frequência e como isso afeta o bebê.

A amamentação poderá ser continuada. Sugere-se algumas precauções para reduzir os riscos de contaminação do bebê, como lavar bem as mãos antes e depois de cada mamada, usar máscara que cubra a boca e o nariz durante a amamentação.

Se o seu bebê estiver bem, isso não será necessário. Você deve observá-lo e tomar os cuidados para evitar que ele seja contaminado, tais como lavar bem as mãos antes e depois de qualquer cuidado com o seu filho, usar máscara que cubra a boca e o nariz quando amamentar, manter o berço a uma distância idealmente a 2 metros da sua cama.

Os cuidados são: evitar visitas nesse período de pandemia, lavar bem as mãos antes e depois de quaisquer cuidados com o seu filho. Você e todas as pessoas que moram na mesma casa devem se cuidar para evitar se contaminar pelo coronavírus.

O tipo de parto não se altera. O parto vaginal é seguro e a cesariana tem as suas indicações, como antes.

Se você estiver com sintomas de gripe, o melhor é ficar em casa, mas não deixe de continuar o pré-natal. Entre em contato com o posto de saúde para reagendarem a sua consulta de pré-natal para após o período de isolamento (14 dias após início dos sintomas).

Se alguém em sua casa estiver em isolamento domiciliar, entre em contato com a unidade básica de saúde para reagendarem a sua consulta, se possível para após o período de isolamento (14 dias após início dos sintomas ou contato com quem está com sintomas).

Sim. Agende imediatamente sua consulta de pré-natal na unidade básica de saúde, se não estiver com sintomas de gripe ou em contato com pessoa suspeita ou isolada. A frequência das consultas e exames de pré-natal podem sofrer algumas mudanças.

12. Animais domésticos

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até o momento não há evidências científicas que comprovem que animais de estimação possam adoecer pelo novo coronavírus ou que funcionem como reservatório do vírus. O assunto continua sendo estudado. É fundamental manter hábitos de higiene, lavando as mãos antes e depois do contato com os animais ou seus pertences. Evitar sair de casa. As patas e o corpo do animal podem se contaminar com partículas virais, sendo necessário lavar com água e sabão ao retornar ao domicílio.

Assim como os humanos, cães e gatos carregam bactérias em suas bocas que podem causar doenças. Além disso, você também pode colocar a saúde do seu animal em risco. É claro que você pode e deve continuar a dar carinho a seu animal, mas lembre-se sempre de lavar as mãos antes e depois de acariciá-lo, abraçá-lo, alimentá-lo ou levá-lo para passear.

O Centro de Controle de Doenças (CDC) recomenda:
• Restrinja o contato com animais de estimação e com outras pessoas;
• Se possível, peça que outra pessoa cuide de seu animal enquanto você estiver doente;
• Evite o contato mais próximo com seu animal, incluindo abraços, beijos, carinhos e lambidas;
• Não compartilhe alimentos com seus animais;
• Se o contato for necessário, lave as mãos com água e sabão antes e após o contato;
• Use máscara facial.

Vacinas caninas contra coronavírus protegem o animal contra o vírus CCoV, que causa infecção no sistema digestivo desses animais. Não tem eficácia contra o novo coronavírus, mas é importante que você mantenha a vacinação dos seus animais de estimação em dia para protegê-los de outras doenças.

Não. Não há evidências de que cães ou gatos possam transmitir o novo coronavírus às pessoas ou adoecer devido a esse vírus. Colocar máscaras nestes animais pode causar problemas como estresse, dificuldade respiratória, aumento extremo de temperatura e desmaios.

Nunca! Até o momento, não há evidências de que cães ou gatos possam adoecer pelo novo coronavírus ou transmitir a doença para os seres humanos. O abandono não deve ser uma opção.

Siga as recomendações do Conselho Veterinário de seu estado e/ou da prefeitura da sua cidade. Uma alternativa é substituir os passeios com os cães por cuidados dentro de casa, brincando e oferecendo atividades para que eles se exercitem. A lavagem adequada das mãos antes e depois da interação com os animais é essencial.

Se puder ajudar a alimentar os animais que necessitam dessa ajuda, faça isso com precaução para proteger sua saúde. Se tiver sintomas respiratórios, não saia de casa e peça a outras pessoas para continuarem este trabalho de forma segura.

A assistente virtual ANA foi desenvolvida usando a plataforma BLiP, uma plataforma como serviço voltada para o desenvolvimento de chatbots e agentes conversacionais. A atual versão da ANA está disponível ao público geral no WhatsApp pelo número (31)7142-3018 e no site oficial do Centro de Telemedicina de Minas Gerais.

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Referências

OMS. Clinical care for severe acute respiratory infection: toolkit: COVID-19 adaptation. World Health Organization, 2020. Disponível em: <https://apps.who.int/iris/handle/10665/331736>. Acesso em: 6 maio. 2021.

SAPS. Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde – Versão 9. Brasília – DF: Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) – Ministério da Saúde, maio 2020. Disponível em: <https://www.unasus.gov.br/especial/covid19/pdf/37>. Acesso em: 6 maio. 2021.

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